O Tráfico de Crianças e adolescentes para fins de prostituição, produção de pornografia infantil ou outras formas de exploração é um problema grave na Europa.
Depois do tráfico de drogas e armas, o de crianças é o mais lucrativo do crime organizado. No mínimo 1,2 milhões de crianças são vendidas por ano a nível mundial, utilizadas como mão-de-obra barata, elas são obrigadas a tecer tapetes, trabalhar em pedreiras ou na agricultura e muitas delas são forçadas a praticar a prostituição e sofrem abusos sexuais e violência.
A sua maioria é levada para longe do seu País e muitas são aprisionadas e maltratadas.
Segundo a UNICEF são vendidas anualmente cerca de 120 mil crianças da Europa Oriental e Europa Ocidental.
Em países ditos Industrializados como a Alemanha, as crianças que são vendidas para lá são em muitos casos explorados sexualmente e forçadas a actividades criminosas, como roubar ou vender drogas.
Um outro ramo de actuação dos traficantes prende-se com a adopção ilegal à semelhança de mercadorias, as crianças são oferecidas em catálogos na Internet sendo as preferidas para a adopção as de raça branca, saudáveis e recém nascidos.
Á semelhança da Europa, na África do Sul crianças órfãos e sem familiares de referência com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, são seduzidas pela perspectiva de uma vida de luxo, no entanto, a maioria acaba em redes de prostituição ou pornografia que operam nas grandes cidades africanas como Joanesburgo.
O relatório da UNICEF intitulado Action to Prevent Child Trafficking in South Eastern Europe (Agir para prevenir o Tráfico de Crianças no Sudeste da Europa – uma avaliação preliminar) apela à criação de sistemas e serviços harmonizados, sincronizados e sólidos para proteger as crianças. É também sugerido o apoio às famílias em stress para manter a unidade familiar, a elaboração de programas criativos para prevenir o abandono escolar infantil assim como dar às crianças conhecimentos e competências que lhes permitam dispor de meios para se protegerem a si próprios.
Para concluir, podemos afirmar que o Tráfico de Crianças enquanto preocupação global só poderá ser combatido se forem enfrentadas as causas de raiz do problema e os padrões de oferta e procura que regem esse ciclo.
Depois do tráfico de drogas e armas, o de crianças é o mais lucrativo do crime organizado. No mínimo 1,2 milhões de crianças são vendidas por ano a nível mundial, utilizadas como mão-de-obra barata, elas são obrigadas a tecer tapetes, trabalhar em pedreiras ou na agricultura e muitas delas são forçadas a praticar a prostituição e sofrem abusos sexuais e violência.
A sua maioria é levada para longe do seu País e muitas são aprisionadas e maltratadas.
Segundo a UNICEF são vendidas anualmente cerca de 120 mil crianças da Europa Oriental e Europa Ocidental.
Em países ditos Industrializados como a Alemanha, as crianças que são vendidas para lá são em muitos casos explorados sexualmente e forçadas a actividades criminosas, como roubar ou vender drogas.
Um outro ramo de actuação dos traficantes prende-se com a adopção ilegal à semelhança de mercadorias, as crianças são oferecidas em catálogos na Internet sendo as preferidas para a adopção as de raça branca, saudáveis e recém nascidos.
Á semelhança da Europa, na África do Sul crianças órfãos e sem familiares de referência com idades compreendidas entre os 10 e os 16 anos, são seduzidas pela perspectiva de uma vida de luxo, no entanto, a maioria acaba em redes de prostituição ou pornografia que operam nas grandes cidades africanas como Joanesburgo.
O relatório da UNICEF intitulado Action to Prevent Child Trafficking in South Eastern Europe (Agir para prevenir o Tráfico de Crianças no Sudeste da Europa – uma avaliação preliminar) apela à criação de sistemas e serviços harmonizados, sincronizados e sólidos para proteger as crianças. É também sugerido o apoio às famílias em stress para manter a unidade familiar, a elaboração de programas criativos para prevenir o abandono escolar infantil assim como dar às crianças conhecimentos e competências que lhes permitam dispor de meios para se protegerem a si próprios.
Para concluir, podemos afirmar que o Tráfico de Crianças enquanto preocupação global só poderá ser combatido se forem enfrentadas as causas de raiz do problema e os padrões de oferta e procura que regem esse ciclo.
Dra. Marília Pimentel, membro da Comissão Restrita da CPCJ de Vila Franca do Campo e Coordenadora do RSI e SAS
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